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sábado, 3 de abril de 2010

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É óbvio que em muitos casos necessitamos de conselhos de peritos quanto a tratamentos e questões de saúde. Em quem podemos confiar? As Escrituras oferecem a seguinte observação sábia: “Observaste o homem que é destro na sua obra? É perante reis que ele se postará.” — Provérbios 22:29.

O homem que estuda certo assunto e desenvolve perícia fica reconhecido como habilitado, até mesmo  como especialista em seu campo. Isso se dá também no campo da saúde. Assim, ao avaliar a recomendação dum médico ou de um conselheiro de saúde, devia perguntar-se: Quais são as credenciais dele? A resposta talvez não dependa somente dos seus títulos ou das siglas que seguem após seu nome. Muitos têm adotado títulos para parecerem importantes. (Veja Mateus 23:6, 7.) Alguns que gostam de ser chamados de “doutor” talvez diagnostiquem ou tratem (gratuitamente ou por dinheiro), embora só tenham lido alguns livros ou assistido a algumas horas de “aula”.

Poderia considerar também: Qual é o grau e a qualidade de sua instrução? É ele respeitado por pessoas conceituadas, encarado como habilitado? O discípulo Lucas havia evidentemente estudado e adquirido suficiente experiência, de modo que quando o apóstolo Paulo se referiu a ele como “Lucas, o médico amado”, suas habilidades eram respeitadas. — Colossenses 4:14.

Naturalmente, até mesmo alguns que são peritos em questões de saúde têm dado maus conselhos ou tratamentos. Por quê? Às vezes, por não estarem genuinamente interessados nos pacientes. Talvez tenham desenvolvido alguma teoria médica peculiar. Ou não se mantiveram atualizados com a medicina, e, assim, carecem do conhecimento especializado necessário. A Bíblia pode ajudar-nos também nisso.

Ela diz: “Há frustração de planos quando não há palestra confidencial, mas na multidão de conselheiros há consecução.” (Provérbios 15:22) Isso salienta o valor de se obter uma segunda ou terceira opinião. Muitos pacientes adquirem confiança em seu médico, de modo que não necessitam de consultar outra opinião a cada recomendação que ele faz. Mas, em questões sérias, ou quando você nutre dúvidas a respeito de certo conselho recebido, é razoável consultar uma segunda opinião. Certifique-se, porém, de obter a opinião de alguém em quem você confia que lhe dará um conselho imparcial. Mesmo que seja de alguém que encare o problema de maneira diferente, deve ser conselho dum especialista. Deste modo, a “multidão de conselheiros” contribuirá para uma saúde melhor.

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