“A flagelação era uma das poucas maneiras de que a população aterrorizada dispunha para extravasar”, menciona o livro Medieval Heresy (Heresia Medieval). Os flagelantes também se destacavam por denunciar a hierarquia da Igreja e sua prática lucrativa de conceder absolvição. Não admira então que, em 1349, o papa tenha condenado a seita. Por fim, porém, o movimento enfraqueceu por conta própria depois do fim da Peste Negra.
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quarta-feira, 31 de março de 2010
A seita dos flagelantes
Algumas pessoas que encaravam a peste como um castigo divino tentaram aplacar a ira de Deus chicoteando, ou flagelando, a si mesmas. A Irmandade dos Flagelantes, um movimento que, segundo dizem, reunia 800.000 seguidores, teve seu auge de popularidade durante a Peste Negra. As regras da seita proibiam falar com mulheres, lavar-se ou trocar de roupas. Praticavam a flagelação pública duas vezes por dia.
“A flagelação era uma das poucas maneiras de que a população aterrorizada dispunha para extravasar”, menciona o livro Medieval Heresy (Heresia Medieval). Os flagelantes também se destacavam por denunciar a hierarquia da Igreja e sua prática lucrativa de conceder absolvição. Não admira então que, em 1349, o papa tenha condenado a seita. Por fim, porém, o movimento enfraqueceu por conta própria depois do fim da Peste Negra.
“A flagelação era uma das poucas maneiras de que a população aterrorizada dispunha para extravasar”, menciona o livro Medieval Heresy (Heresia Medieval). Os flagelantes também se destacavam por denunciar a hierarquia da Igreja e sua prática lucrativa de conceder absolvição. Não admira então que, em 1349, o papa tenha condenado a seita. Por fim, porém, o movimento enfraqueceu por conta própria depois do fim da Peste Negra.
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