À medida que as mortes aumentavam, alguns passaram a se voltar para Deus em busca de ajuda. Homens e mulheres davam tudo o que tinham para a Igreja, esperando que Deus os protegesse da doença, ou que pelo menos os recompensasse com a vida celestial caso morressem. Com isso, a Igreja acumulou enorme riqueza. Alguns antídotos populares eram amuletos da sorte, imagens de Cristo e talismãs. Outros recorriam à superstição, à magia e à pseudomedicina para se curar. Dizia-se que perfumes, vinagre e poções especiais podiam afastar a doença. Outro tratamento muito usado era a sangria. A renomada faculdade de medicina da Universidade de Paris até atribuiu a praga ao alinhamento dos planetas. Falsas explicações e “curas”, porém, não contribuíram em nada para deter o avanço dessa praga assassina.
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quarta-feira, 31 de março de 2010
Esforços frustrados
Os esforços para controlar a Peste Negra foram em vão porque ninguém sabia realmente como ela era transmitida. Muitos perceberam que o contato com um doente, ou até com a sua roupa, era perigoso. Alguns tinham medo até do olhar do doente. Mas os moradores de Florença, na Itália, achavam que os cães e gatos eram culpados pela praga. Mataram esses animais sem saber que, ao fazerem isso, abriam caminho para a criatura que realmente estava envolvida na transmissão da doença: o rato.
À medida que as mortes aumentavam, alguns passaram a se voltar para Deus em busca de ajuda. Homens e mulheres davam tudo o que tinham para a Igreja, esperando que Deus os protegesse da doença, ou que pelo menos os recompensasse com a vida celestial caso morressem. Com isso, a Igreja acumulou enorme riqueza. Alguns antídotos populares eram amuletos da sorte, imagens de Cristo e talismãs. Outros recorriam à superstição, à magia e à pseudomedicina para se curar. Dizia-se que perfumes, vinagre e poções especiais podiam afastar a doença. Outro tratamento muito usado era a sangria. A renomada faculdade de medicina da Universidade de Paris até atribuiu a praga ao alinhamento dos planetas. Falsas explicações e “curas”, porém, não contribuíram em nada para deter o avanço dessa praga assassina.
À medida que as mortes aumentavam, alguns passaram a se voltar para Deus em busca de ajuda. Homens e mulheres davam tudo o que tinham para a Igreja, esperando que Deus os protegesse da doença, ou que pelo menos os recompensasse com a vida celestial caso morressem. Com isso, a Igreja acumulou enorme riqueza. Alguns antídotos populares eram amuletos da sorte, imagens de Cristo e talismãs. Outros recorriam à superstição, à magia e à pseudomedicina para se curar. Dizia-se que perfumes, vinagre e poções especiais podiam afastar a doença. Outro tratamento muito usado era a sangria. A renomada faculdade de medicina da Universidade de Paris até atribuiu a praga ao alinhamento dos planetas. Falsas explicações e “curas”, porém, não contribuíram em nada para deter o avanço dessa praga assassina.
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