Será que a peste é coisa do passado? Não. No inverno de 1910, umas 50.000 pessoas morreram de peste na Mandchúria. Todo ano a Organização Mundial da Saúde registra milhares de novos casos e o número continua aumentando. Descobriram-se também novas cepas da doença que resistem ao tratamento. De fato, se não forem seguidas normas básicas de higiene, a peste continuará a ameaçar a humanidade. Assim, o livro Pourquoi la peste? Le rat, la puce et le bubon (Por Que a Peste? O Rato, a Pulga e o Bubão), editado por Jacqueline Brossollet e Henri Mollaret, conclui que “longe de ser uma doença da velha Europa na Idade Média, . . . infelizmente a peste talvez seja a doença do futuro”.
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quarta-feira, 31 de março de 2010
Coisa do passado ?
Mas foi apenas em 1894 que o bacteriologista francês Alexandre Yersin isolou o bacilo responsável pela Peste Negra. Foi chamado de Yersinia pestis em sua homenagem. Quatro anos depois, outro francês, Paul-Louis Simond, descobriu o papel da pulga dos ratos na transmissão da doença. Logo foi desenvolvida uma vacina relativamente eficaz.
Será que a peste é coisa do passado? Não. No inverno de 1910, umas 50.000 pessoas morreram de peste na Mandchúria. Todo ano a Organização Mundial da Saúde registra milhares de novos casos e o número continua aumentando. Descobriram-se também novas cepas da doença que resistem ao tratamento. De fato, se não forem seguidas normas básicas de higiene, a peste continuará a ameaçar a humanidade. Assim, o livro Pourquoi la peste? Le rat, la puce et le bubon (Por Que a Peste? O Rato, a Pulga e o Bubão), editado por Jacqueline Brossollet e Henri Mollaret, conclui que “longe de ser uma doença da velha Europa na Idade Média, . . . infelizmente a peste talvez seja a doença do futuro”.
Será que a peste é coisa do passado? Não. No inverno de 1910, umas 50.000 pessoas morreram de peste na Mandchúria. Todo ano a Organização Mundial da Saúde registra milhares de novos casos e o número continua aumentando. Descobriram-se também novas cepas da doença que resistem ao tratamento. De fato, se não forem seguidas normas básicas de higiene, a peste continuará a ameaçar a humanidade. Assim, o livro Pourquoi la peste? Le rat, la puce et le bubon (Por Que a Peste? O Rato, a Pulga e o Bubão), editado por Jacqueline Brossollet e Henri Mollaret, conclui que “longe de ser uma doença da velha Europa na Idade Média, . . . infelizmente a peste talvez seja a doença do futuro”.
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