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quarta-feira, 31 de março de 2010

Eficiência terrível

Embora essas estatísticas sejam chocantes, a simples análise desses números impessoais não nos diz o que é a solidão de uma vida sem o cônjuge amado, a frustração da perda da independência, o desespero causado por uma doença prolongada ou terminal, o vazio da depressão crônica. A triste verdade é que, ao passo que jovens talvez tentem se suicidar como reação precipitada a problemas temporários, os mais velhos geralmente enfrentam problemas que parecem permanentes e insolúveis. Em resultado disso, suas tentativas de suicídio costumam ser mais decididas do que as dos jovens — e terrivelmente eficientes.
“Além de o suicídio ser bem mais comum entre os idosos, o próprio ato suicida reflete diferenças importantes entre idosos e jovens”, diz o Dr. Hendin, no seu livro Suicide in America (Suicídio nos Estados Unidos). “Em especial, a proporção de tentativas de suicídios para os suicídios que realmente se consumam é nitidamente diferente entre os idosos. Entre a população em geral, a proporção é, calculadamente, de 10 tentativas de suicídio para 1 suicídio consumado; entre os jovens (15-24 anos) é, calculadamente, de 100 para 1; e entre pessoas com mais de 55 anos é, calculadamente, de 1 para 1.”
Essas estatísticas dão o que pensar. Como é deprimente envelhecer, perder a força física e sofrer dor e doenças! Não admira que tantos cometam suicídio. Mas existem fortes razões para se amar a vida, mesmo em circunstâncias difíceis. Vejamos o que aconteceu com Maria, mencionada na introdução.

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