Alimentos ricos em fibras, como pães e cereais integrais, podem ajudar a diminuir a quantidade de prolactina e estrogênio, possivelmente por se aglutinarem a esses hormônios e os lançarem para fora do organismo. Segundo a revista Nutrition and Cancer, “esses efeitos poderiam suprimir a fase indutora da carcinogênese”.
Ingerir menos gordura pode reduzir o risco. A revista Prevention sugeriu que trocar o leite integral pelo leite desnatado, reduzir o consumo de manteiga, comer carnes magras e remover a pele do frango pode reduzir o consumo de gordura a níveis seguros.
Legumes ricos em vitamina A, como cenoura, abóbora, batata doce, e as verduras com folhas verde-escuras, como espinafre e couve, e mostarda, podem ser de ajuda. Acredita-se que a vitamina A inibe a formação de mutações causadoras de câncer. E verduras tais como brócolis, couve-de-bruxelas, couve-flor, repolho e cebolinho contêm substâncias químicas que produzem enzimas protetoras.
No livro Breast Cancer—What Every Woman Should Know (Câncer de Mama — O que Toda Mulher Deve Saber a Respeito), o Dr. Paul Rodriguez diz que o sistema imunológico, que reconhece e destrói células anormais, pode ser fortalecido através da alimentação. Ele sugere comer alimentos ricos em ferro, como carnes magras, verduras, mariscos e frutas e legumes com alto teor de vitamina C. Frutas e legumes com alto teor de vitamina C reduzem o risco de câncer de mama, diz o periódico Journal of the National Cancer Institute. O feijão-soja e seus produtos derivados não-fermentados contêm genisteína, conhecida por suprimir o crescimento de tumores em experimentos de laboratório, mas a sua eficácia em humanos ainda não foi estabelecida.
Nenhum comentário:
Postar um comentário