Os médicos internavam os tuberculosos em sanatórios. Esses hospitais em geral ficavam nas montanhas, onde os pacientes podiam descansar e respirar ar puro. Daí, em 1944, médicos nos Estados Unidos descobriram a estreptomicina, o primeiro antibiótico eficaz contra a TB. Logo vieram outros medicamentos anti-TB. Finalmente, os pacientes de TB podiam ser curados, até mesmo em casa.
Com os índices de infecção despencando, o futuro parecia promissor. Os sanatórios fecharam, e as verbas para a pesquisa da TB secaram. Programas de prevenção foram abandonados, e os cientistas e os médicos voltaram-se para novos desafios.
Embora a TB ainda matasse muita gente nos países em desenvolvimento, as coisas com certeza melhorariam. A TB era coisa do passado. É isso o que as pessoas pensavam, mas elas estavam enganadas.
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