Em realidade, ninguém pode ter certeza de que ocorrerá uma pandemia de gripe suína. Ainda assim, alguns arrazoam, como o Dr. Delano Meriwether, diretor do Programa Nacional de Imunização Contra a Influenza. Comentou ele: “Trata-se, essencialmente, dum jogo, baseado na probabilidade de algo acontecer, sem garantia de que aconteça. Acho que o povo norte-americano se sentirá mais confortável se lhe for dada a opção de vacinar-se.”
No início de junho, contudo, nenhum governo europeu tinha considerado a ameaça de grave surto de gripe suína como sendo substancial o bastante para a “vacinação em massa, embora a Grã-Bretanha, França, a União Soviética, e provavelmente outros estejam estocando a vacina”, noticiou o Times de Nova Iorque. O Dr. W. Charles Cockburn, diretor da Divisão de Doenças Transmissíveis da Organização Mundial de Saúde, indicou que, já então, a época da gripe tinha começado no hemisfério sul, mas que a gripe suína não tinha sido observada pelos centros de influenza em Nova Zelândia, Austrália e Cingapura. Também, os críticos mencionavam que nenhum dos 96 centros de controle da gripe tinham noticiado casos adicionais de influenza suína.
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