Grande parte das despesas com a saúde, de US$ 400 bilhões, corre por conta de males resultantes de problemas potencialmente controláveis, tais como excesso de peso, fumo, alta taxa de colesterol no sangue, e hipertensão.
Como deve estar a par, a maioria das empresas investe num programa de manutenção, para manter em bom funcionamento sua maquinaria. Agem assim porque isso faz sentido em termos econômicos. Que dizer, então, dum programa de prevenção do colapso da saúde de seus empregados? Faz sentido?
‘Manter-se saudável é responsabilidade do próprio indivíduo’, talvez argua um empregador. Todavia, em nossa sociedade moderna, estressante, que promove deploráveis hábitos de comer, de beber e de repouso, para não se mencionar o estilo de vida sedentário, e a ênfase no consumo de remédios, as empresas estão repensando o assunto.
Em 1974, duas dúzias de diretores de departamentos de aptidão física de indústrias formaram a Associação de Aptidão Física nas Empresas. A Associação conta agora com mais de 3.500 membros! O consenso é que faz sentido ter um programa de prevenção de doenças — tanto em termos econômicos como em termos humanitários.
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