DUVIDAS SOBRE PLANOS DE SAÚDE COM REGISTRO NA ANS ?

DISQUE- ANS O800 7019656

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Enfrentar a Tragédia

O Dr. John Bagshaw se lamentava: “Não existe nada mais frustrador do que ver pessoas em seu consultório, sabendo que tais pessoas caminham para o desastre, aconselhá-las a cuidar melhor de si mesmas, e então não ver nenhuma melhora — ou, o que é pior, vê-las no hospital, depois dum ataque cardíaco.”

A situação triste motivou o Dr. Bagshaw a fazer um ajuste em seu exercício da medicina, e a desenvolver um programa de prevenção de doenças. Que tal mudança de ênfase faz sentido é ilustrado por um sonho que outro médico disse ter tido.

“Eu estava em pé, junto a um rio”, informa ele, “e um homem estava sendo levado pela correnteza. Ele se estava afogando. Assim, joguei-me na água, nadei até ele, arrastei-o para a margem, submeti-o à respiração artificial, e salvei-o. Já então outro homem gritava por socorro. Assim, joguei-me de novo na água para salvá-lo, apenas para ver aparecerem outros homens se afogando. Não demorou muito até que a margem do rio estava cheia de pessoas que eu tinha salvado. O que tornou memorável este sonho é que me lembro de pensar: ‘O que preciso realmente fazer é ir rio acima e descobrir quem está jogando todas essas pessoas dentro do rio.’”

Na realidade, as próprias pessoas se estão jogando no “rio” do sonho do médico por fumarem, tomarem tóxicos, comerem inadequadamente, e deixarem de se exercitar. Isto é confirmado pelas estatísticas dos Centros de Controle de Moléstias dos EUA, que mostram que dentre todas as mortes de pessoas com menos de 65 anos, mais da metade pode ser diretamente atribuída a estilos de vida nada salutares.

Entretanto, a maior parte da medicina americana se preocupa mormente com o tratamento da doença, em vez de com sua prevenção. Diferente de muitos outros países, os Estados Unidos têm dedicado pouca atenção aos programas de prevenção de doenças — até recentemente. Atualmente, até Ronald Reagan, presidente dos Estados Unidos, incentiva que se aprenda com os programas dos outros países.

“Todos nós estamos a par dos programas de aptidão física das empresas nipônicas”, disse ele. “Uma força trabalhadora mais saudável significa maior produtividade. A longo prazo, também significa a redução no custo dos seguros de saúde dos empregados.”

Nenhum comentário: