Visto que não podemos consultar um médico toda vez que nos sentimos mal, a educação em saúde e a automedicação razoável podem beneficiar a família. No entanto, antes de tomar um medicamento, é necessário fazer um autodiagnóstico correto e eficaz. Se não houver um médico nas imediações, ou se você não puder consultar um, poderá ser útil consultar um bom livro de referência médica para fazer um diagnóstico correto. Por exemplo, a Associação Médica Americana publica um guia médico familiar que inclui uma seção de 183 páginas de quadros de sintomas. Estes conduzem o paciente através de uma série de perguntas que podem ser respondidas “sim” ou “não”. Com esse processo de eliminação, muitas vezes é possível identificar um problema. Algo similar em português encontra-se na Enciclopédia Médica da Família, da Companhia Melhoramentos, de São Paulo.
E o papel dos médicos? Quando devemos procurar ajuda profissional? Como evitar os extremos do excesso de preocupação ou da negligência com relação a nossa saúde? Realmente, num mundo em que as doenças e os males psicossomáticos são tão comuns, como podemos usufruir certa medida de boa saúde?
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